sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Azul
Colorindo essa amizade, vários tons já me passaram a cabeça.
Já entristeci no cinza de alguns dias nebulosos que surgiram.
Me alegrei por saber do verde da nossa mente.
Já me surpreendeu o vermelho, vivo. Da paixão. Do orixá.
E tem até mesmo aquela cor acobreada, da terra do cerrado, onde em você eu tudo vi.
Gosto do contraste de preto e branco no toque das nossas peles.
E até hoje sonho com a cor de mel dos seus olhos.
Mas meu amor não faço com nenhuma dessas cores. É azul, da cor de um céu sem nuvens, do céu de um dia sem chuva.
Azul plácido de um mar sem tempestade, como já cantou o tom, o djavan e o tim.
Assim é nosso amor, é de sossego, é de tranquilidade. Reconfortante.
É da leveza incomum de uma brisa paciente. Descompromissada, porém consciente.
Somos cabeças em nuvens, agora vivemos a sabor (e a cor) do vento.
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